O Ministério da Saúde publicou em agosto de 2025 o primeiro Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para acidentes escorpiônicos. O documento orienta profissionais do SUS sobre diagnóstico, classificação dos casos, tratamento e acompanhamento dos pacientes.
A publicação é um avanço na organização do atendimento, mas não muda a principal orientação para a população: diante de uma picada, é necessário procurar assistência médica o mais rápido possível.
O que fazer depois de uma picada
Lave o local com água e sabão e procure uma unidade de saúde. Crianças precisam de atenção imediata porque apresentam maior risco de complicações.
Não faça torniquete, não corte ou perfure o local, não tente sugar o veneno e não aplique álcool, pó de café, folhas ou outras receitas caseiras. Essas medidas não neutralizam o veneno e podem atrasar o atendimento correto.
Se for possível identificar o animal
Uma fotografia feita a uma distância segura pode ajudar na identificação. Não tente capturar o escorpião se isso aumentar o risco de outra picada. A prioridade deve ser afastar pessoas e animais domésticos e procurar orientação do serviço municipal responsável.
O imóvel também precisa ser avaliado
Depois da ocorrência, é importante verificar como o escorpião entrou e quais condições podem favorecer novos registros. Ralos sem proteção, frestas, entulho, materiais acumulados e presença de baratas estão entre os pontos que merecem atenção.
O controle responsável combina inspeção, manejo ambiental, vedação e redução das fontes de alimento. Não existe promessa séria de erradicação por uma aplicação isolada.
Em Presidente Prudente e nas cidades atendidas, a Nissei pode avaliar o ambiente e orientar medidas preventivas compatíveis com o imóvel.
Fontes consultadas
Links oficiais usados para conferir as orientações e os dados apresentados.
Prevenção começa antes do acidente
Se houve registro de escorpião no imóvel, a Nissei pode avaliar o ambiente e orientar a redução de acessos, abrigos e fontes de alimento.
